O que me consome…

“Pra barulho de chuva virar som agradável,
Muito tempo tem que correr
É bom ouvir desde o início, quando as gotas começam a bater
Em teto de vidro, teto de ferro, esteja onde estiver
Chuva forte ou chuva fina, qual o som que você quer?
Ela não muda, cristalina, essa água a escorrer
Agora entendo muito bem a influência da chuva em você
Lava os olhos, lava a alma, são as lágrimas do céu,
Perfurando a atmosfera pelas nuvens de papel.
Novamente se desfazem no seu ar pra respirar
Segure-se então, firme ao chão, não se deixe evaporar…”

Notes