vertigem.

“É a condição explicando a reação…
E o passado retornado à minha mão.
Com que cuidado eu devo segurar todas essas recordações?
Nunca tive o costume de deixar as mãos abertas pro vento levar
Nem prender com todas as forças, impedindo de respirar
Mas sempre penso na marca que vou deixar,
Porque ninguém nunca me conta uma história pra se orgulhar?
Estou sempre ouvindo lições e arrependimentos, recordações e sofrimentos.
Nem sempre há motivo para aplauso, nem apoio, nem desejos de felicidade.
Ainda não cheguei no ponto crucial, onde os meios justificam o final.
É a desculpa mais ridícula encontrada pelo ser humano, e infelizmente, a mais real.”

Notes